Fique atento se você começar a sentir alterações nos movimentos do corpo ou algum tipo de sensibilidade; dificuldade em enxergar, em falar e entender o que é falado; dor de cabeça intensa; náusea, vômito ou dificuldade para engolir; perda de consciência e dificuldade para se locomover. Estes sintomas podem representar uma propensão a ter um Acidente Vascular Cerebral, AVC.
Mais conhecido como derrame, o AVC, que ocorre quando a passagem do sangue pelos vasos sanguíneos é reduzida ou bloqueada, ocasiona perda súbita das funções neurológicas, além de lesões cerebrais temporárias ou permanentes.
Quando a perda da função cerebral é temporária, consideramos que existe uma ameaçada de derrame, já que, depois de passar por um período de bloqueio, o fluxo que está interrompido volta ao normal. Apesar de recuperar a função neurológica em menos de 24 horas. Mas, o indivíduo acaba tendo o risco de desenvolver o AVC permanente, ou seja, mantendo o quadro de perda dos movimentos, de visão, da falta de sensibilidade em partes do corpo e dificuldade em se comunicar. Para diagnosticá-lo, é preciso procurar um hospital imediatamente.
O acompanhamento é feito por um médico neurologista que, inicialmente, fará exames para identificar as causas da doença para, em seguida, adotar os procedimentos necessários para evitar o AVC.
Além desse estado de ameaça de derrame, tem maior chance de ter AVC pessoas idosas, hipertensas, diabéticas, fumantes, alcoólatras, obesas e sedentárias.
Mais conhecido como derrame, o AVC, que ocorre quando a passagem do sangue pelos vasos sanguíneos é reduzida ou bloqueada, ocasiona perda súbita das funções neurológicas, além de lesões cerebrais temporárias ou permanentes.
Quando a perda da função cerebral é temporária, consideramos que existe uma ameaçada de derrame, já que, depois de passar por um período de bloqueio, o fluxo que está interrompido volta ao normal. Apesar de recuperar a função neurológica em menos de 24 horas. Mas, o indivíduo acaba tendo o risco de desenvolver o AVC permanente, ou seja, mantendo o quadro de perda dos movimentos, de visão, da falta de sensibilidade em partes do corpo e dificuldade em se comunicar. Para diagnosticá-lo, é preciso procurar um hospital imediatamente.
O acompanhamento é feito por um médico neurologista que, inicialmente, fará exames para identificar as causas da doença para, em seguida, adotar os procedimentos necessários para evitar o AVC.
Além desse estado de ameaça de derrame, tem maior chance de ter AVC pessoas idosas, hipertensas, diabéticas, fumantes, alcoólatras, obesas e sedentárias.
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